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Setor energético

Sudene participa de simpósio sobre energia

Evento debateu perspectivas e novas diretrizes para o futuro do setor no país.

A foto mostra uma mesa em um palco. Há quatro pessoas atrás da mesa. Uma está em um púlpito à esquerda e conduz uma palestra.

 

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a demanda de energia no Brasil deve triplicar até 2050. E foi com o objetivo de avaliar perspectivas e meios de atender este cenário de forma sustentável e eficiente que a Sudene esteve ontem (28) em Fortaleza (CE) para contribuir com os debates do Power Future Symposium – Simpósio Brasileiro Sobre o Futuro da Energia. O evento foi realizado pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) no auditório da unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) na capital cearense e contou com o apoio do Banco do Nordeste (BNB), do Comitê de Energia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

O encontro contou com a presença de especialistas sobre o tema, que avaliaram a oferta e consumo de energia e a importância do estímulo ao desenvolvimento de tecnologias e políticas que tornem o setor energético mais atrativo para os negócios e ainda mais acessível à sociedade. Na abertura do evento, foi destacada, ainda, a importância da participação da Sudene na discussão e também o desejo de que ela seja fortalecida no próximo governo.

Representando a Sudene no encontro, a técnica Maria Helena de Castro Lima, da Coordenação-Geral de Promoção do Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente da Sudene, sublinhou que além dos investimentos nas fontes solar e eólica, é oportuno ter atenção ao potencial da biomassa para a geração de energia limpa. O tema, inclusive, já foi objeto de estudo da autarquia.

A programação do simpósio também incluiu assuntos ligados a microrredes, cidades inteligentes, veículos elétricos, entre outros.

Recorde

A matriz energética brasileira tem apresentado novos recortes com relação à presença de fontes alternativas. Em setembro de 2018, a produção de energia eólica no Brasil ultrapassou os 14 gigawatts (GW) de capacidade instalada. Para efeitos de comparação, isso significa que os 568 parques eólicos e os mais de 7 mil aerogeradores espalhados em 12 estados da federação igualaram a mesma capacidade de produção da usina de Itaipu, a maior hidrelétrica do país. Os dados são da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

 

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